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Preferi mesmo descansar mais um pouco. O resto
continuou a viagem pela floresta.
Depois de ter restabelecido forças retomei caminho em
busca dos meus amigos. A floresta era muito densa e custou-me um pouco a
encontrá-los. Quando lá cheguei encontrei o Quigon morto, o
Volrath's em coma, o Takin dono de um castelo e com um Warrior seu seguidor, e
o Uriel muito mais evoluído. Fingolfin estava desaparecido. Muitas coisas
se passaram e o Takin pôs-me ao corrente: depois de me terem deixado
junto à gruta seguiram caminho e e encontraram um Druida, a quem lhe
pertencia um pequeno urso domesticado que acompanhava o Takin. O urso foi devolvido e seguiram
então viagem. Depois deram de caras com um dragão verde que lhes
roubou o material todo. Foram queixar-se ao Druida. Este mandou o dragão
embora da sua gruta, e eles puderam recuperar o seu material e ficaram
ainda com mais material que lá havia. Um desses itens era um baralho de
cartas mágico. Todos jogaram, tirando carta por carta, e foi aí que gente
ganhou e gente perdeu... muito! Um ganhou muito mais experiência, outro
ganhou um castelo e um Warrior amigo, outro ficou em coma, e outro morreu!
O baralho de cartas ainda lá estava, mas eu nem me atrevi a tocar nele.
Ah! De referir que o Takin estava nu: o jogo deve ter sido mesmo muito
difícil...
Tentando falar com o Wizard para ver se havia salvação
para os nossos amigos, essa possibilidade foi negada. Resignados, lá
começamos nós a seguir o nosso caminho. Foi aí que apareceu um primo
afastado de Volrath's, Crave. Também era um Ranger, e por sinal muito
parecido com Volrath's, mas faltando-lhe ainda muita experiência em combates,
notava-se que podia ir mais longe que o infeliz primo.
Um Monge também nos apareceu na mesma altura. Não me
pareceu lá muito comunicativo. Qual seria o seu nome?... Também me
pareceu que não tinha assim muita experiência...
Estávamos seis. Seguimos então viagem. Pelo caminho fui conversando com
Takin. Muito ambicioso, tinha projectos para o seu castelo: criar uma Ordem, para assim tornar o seu castelo sempre protegido e mítico. Ele
agora tinha aprendido novas habilidades: começava a aprender feitiços e
tornara-se uma pessoa muito conhecida cá na ilha. Eu estava contente por
ele...
No meio da floresta descobrimos uma casa. Era onde vivia o
Druida com o resto da comunidade de Druidas. Um dos seus locais sagrados
tinha sido profanado. Um Druida deu-nos o anel para entrar nesse local de culto e
eliminar quem ocupava esse local. Nós lá fomos e após muitos combates
difíceis contra esqueletos gigantes, sombras e afins lá conseguimos
"limpar" o local. Trouxemos os objectos de cerimónia deles e
eles deixaram-nos ficar com tudo o resto. Entretanto curaram-me o braço e
o Takin, seguidor do deus destes Druidas, foi abençoado então pelo seu deus. Eu e o
resto do grupo ficamos cá fora respeitosos e orgulhosos dele. O Crave
também é seguidor do mesmo deus, mas não foi abençoado.
Não percebi muito bem porquê, mas senti o impulso de dar
a Crave o meu anel da Ordem e Takin sentiu o mesmo com a sua adaga
mágica. Crave aceitou. Estou agora muito arrependido, mas não posso
voltar atrás nas minhas decisões. Espero que o anel não me faça muita
falta...
E pronto! A floresta foi "limpa". Recolhemos
bastante material para o gnomo da casa das armas real. Será que o pai do
outro mágico sempre estava mesmo em perigo?... Nunca mais vimos esse
mágico. Será que foi ele que nos montou a emboscada? Ficamos na dúvida.
Mas agora era tempo de seguir caminho e voltar a Arcapan com o dever
cumprido e os bolsos cheios.
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