Basquetebol
Vídeos
Links

BTT
Road Books
Links

D&D
Diário de Viagem
Prémio Calinada
Links

Eu
Chego e Sobro

FEUP
Cadeiras
Links

IRC
Eu no IRC?!
Links

Miscelânea
Ambiente
Relatórios

TI-92+
Programas
Links

<<<   04   >>>

   Preferi mesmo descansar mais um pouco. O resto continuou a viagem pela floresta.
   Depois de ter restabelecido forças retomei caminho em busca dos meus amigos. A floresta era muito densa e custou-me um pouco a encontrá-los.
   Quando lá cheguei encontrei o Quigon morto, o Volrath's em coma, o Takin dono de um castelo e com um Warrior seu seguidor, e o Uriel muito mais evoluído. Fingolfin estava desaparecido. Muitas coisas se passaram e o Takin pôs-me ao corrente: depois de me terem deixado junto à gruta seguiram caminho e e encontraram um Druida, a quem lhe pertencia um pequeno urso domesticado que acompanhava o Takin. O urso foi devolvido e seguiram então viagem. Depois deram de caras com um dragão verde que lhes roubou o material todo. Foram queixar-se ao Druida. Este mandou o dragão embora da sua gruta, e eles puderam recuperar o seu material e ficaram ainda com mais material que lá havia. Um desses itens era um baralho de cartas mágico. Todos jogaram, tirando carta por carta, e foi aí que gente ganhou e gente perdeu... muito! Um ganhou muito mais experiência, outro ganhou um castelo e um Warrior amigo, outro ficou em coma, e outro morreu! O baralho de cartas ainda lá estava, mas eu nem me atrevi a tocar nele. Ah! De referir que o Takin estava nu: o jogo deve ter sido mesmo muito difícil...
   Tentando falar com o Wizard para ver se havia salvação para os nossos amigos, essa possibilidade foi negada. Resignados, lá começamos nós a seguir o nosso caminho. Foi aí que apareceu um primo afastado de Volrath's, Crave. Também era um Ranger, e por sinal muito parecido com Volrath's, mas faltando-lhe ainda muita experiência em combates, notava-se que podia ir mais longe que o infeliz primo.
   Um Monge também nos apareceu na mesma altura. Não me pareceu lá muito comunicativo. Qual seria o seu nome?... Também me pareceu que não tinha assim muita experiência...
   Estávamos seis. Seguimos então viagem. Pelo caminho fui conversando com Takin. Muito ambicioso, tinha projectos para o seu castelo: criar uma Ordem, para assim tornar o seu castelo sempre protegido e mítico. Ele agora tinha aprendido novas habilidades: começava a aprender feitiços e tornara-se uma pessoa muito conhecida cá na ilha. Eu estava contente por ele...
   No meio da floresta descobrimos uma casa. Era onde vivia o Druida com o resto da comunidade de Druidas. Um dos seus locais sagrados tinha sido profanado. Um Druida deu-nos o anel para entrar nesse local de culto e eliminar quem ocupava esse local. Nós lá fomos e após muitos combates difíceis contra esqueletos gigantes, sombras e afins lá conseguimos "limpar" o local. Trouxemos os objectos de cerimónia deles e eles deixaram-nos ficar com tudo o resto. Entretanto curaram-me o braço e o Takin, seguidor do deus destes Druidas, foi abençoado então pelo seu deus. Eu e o resto do grupo ficamos cá fora respeitosos e orgulhosos dele. O Crave também é seguidor do mesmo deus, mas não foi abençoado.
   Não percebi muito bem porquê, mas senti o impulso de dar a Crave o meu anel da Ordem e Takin sentiu o mesmo com a sua adaga mágica. Crave aceitou. Estou agora muito arrependido, mas não posso voltar atrás nas minhas decisões. Espero que o anel não me faça muita falta...
   E pronto! A floresta foi "limpa". Recolhemos bastante material para o gnomo da casa das armas real. Será que o pai do outro mágico sempre estava mesmo em perigo?... Nunca mais vimos esse mágico. Será que foi ele que nos montou a emboscada? Ficamos na dúvida. Mas agora era tempo de seguir caminho e voltar a Arcapan com o dever cumprido e os bolsos cheios.