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<<<   05   >>>

   Antes de voltarmos a Arcapan tivemos que resolver um ligeiro problema: Takin ainda estava nu! Além disso tínhamos de fazer uma visita de avaliação ao novo castelo de Takin para ver o que haveríamos de fazer para lhe dar vida.
   Fomos então à cidade mais próxima, que ficava no nosso caminho até Arcapan, Cadae. Quando lá chegamos fomos escorraçados. Takin, Uriel e eu, que estávamos às portas da cidade, só vimos os outros a fugirem de lá de dentro. Soubemos então que não nos deixavam entrar na cidade porque tínhamos uma doença muito perigosa, diziam eles. Mas porque é que eu não tenho o meu anel da ordem?! Porque é que o dei a Crave?! Dava-me jeito para o mostrar e provar que éramos de confiança...
   Incrédulos com a situação tentamos entrar na cidade seguinte: Readoak. Esta era a cidade natal de Takin. Nesta altura já tínhamos arranjado uns trapos para vestir Takin, e portanto desta vez entramos todos para arranjar uma roupa de jeito.
   Deparámo-nos então com toda a população voltada para um palanque onde três homens falavam sobre uma doença. Esses homens, ao nos verem, apontaram para nós e gritaram "São eles! São eles!". A primeira reacção de Crave foi correr em direcção ao palanque. Eu fui logo a correr atrás dele. O problema é que ele não esperou por mim e ,um após outro, fomos engolidos pela multidão antes que chegássemos aos difamadores. Caímos os dois, inconscientes. Depois só me lembro de acordar já fora da cidade. Obviamente que fomos na mesma recusados na cidade, mas ao menos já tínhamos as roupas para o Takin se sentir bem, e além disso conseguiu-se matar ainda alguns dos difamadores. Devem ter sido enviados pelas tropas do sul para causarem instabilidade. Será necessário pará-los.
   Mas agora a nossa prioridade era ir para o castelo para pernoitar. O castelo estava em óptimas condições. O que destoava era a podridão da mobília e o facto de não haver ninguém. Lá pedi, por favor, o meu anel de volta a Crave. Ele devolveu-me, e em troca prometi-lhe que o faria ingressar na ordem.
   À noite atiraram-nos uma seta com uma mensagem com algo do género: "Não tolero que matem os meus amigos. Vingá-los-ei.". Depois o tipo que atirou a seta atacou-nos mas foi morto facilmente. Vimos que era um dos que tinha criado o boato da nossa doença. Com ele transportava vários scrolls. Todos eles foram identificados, menos um mapa.
   Fomos então aos Druidas da floresta para que eles nos identificassem o mapa, mas nenhum deles nos conseguiu ajudar. Entretanto lembramo-nos dos cavalos! Tínhamo-nos esquecidos deles à porta da floresta. Obviamente que, quando lá chegamos, já não havia rasto deles.
   Seguimos viagem para Arcapan. Lá começamos por arranjar material novo e melhor. Na ordem do Rei arranjaram anéis novos para quem os tinha perdido. Consegui que Crave arranjasse um anel para ele. Por outro lado, ninguém nos decifrou o mapa. Entretanto o General combinou connosco um encontro privado numa taberna. Algo de especial se passava.
   Cá fora, estando a conversar com Takin, chegamos à ideia de pedir ao Warrior (aquele que nos acompanhava desde o jogo com as cartas mágicas na floresta) que que ficasse encarregado de arranjar homens e material para dar via ao castelo de Takin e a partir de lá criar uma nova ordem. Para isso demos-lhe 1500 Gold Pieces. Ele ficou muito satisfeito e prometeu que iria dar o seu melhor. Continuando a conversa com Takin, perguntei porque teria desaparecido o Fingolfin. Ele disse que este tinha morrido ainda na floresta (enquanto eu me tinha afastado do grupo) morto por um crocodilo do pântano. Fiquei a saber porque é que tinham evitado tocar nesse assunto...
   À noite fomos então à taberna falar com o nosso general. O local era secreto e o assunto era grave. O cargo dele estava em risco e era urgente que não falhássemos esta missão. Uma nova Ordem estava a ser criada numas certas minas. Até aí tudo bem. O problema era não sabermos se a Ordem era vocacionada para o bem ou para o mal. A Ordem estava a ficar muito forte, dizia o general, e portanto era preciso aniquilá-la , se fosse preciso, e se nos fosse ofensiva. Concordamos em ir e a resolver o assunto, em nome do Rei.
   O general pediu ainda para falar comigo, a sós. O resto do pessoal esperou já lá fora. O general propôs-me a entrar numa força de elite de guarda ao Rei. Seria preciso treinar e trabalhar muito. Eu concordei. O general disse-me que iria então ser proposto para entrar nessa força de Elite. Depois falaríamos quando nos encontrássemos de novo.
   Despedimo-nos e fomos em direcção às tais minas. Do primeiro edifício saíram-nos quatro Ogres que nos atacaram e nós defendemo-nos facilmente. O edifício tinha uma grande roda que puxava uma corda a partir de um poço. Umas minas que se começavam a apresentar demasiado bem guardadas. Algo de anormal se passava...