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Após o aniquilamento dos quatro Ogres, Takin teve que voltar à cidade.
Falou em estar bem com a sua Deusa... Não percebi bem. Só sei que com a
caminhada de ida a Arcapan e a volta às minas custou-nos alguns dias.
Temos que arranjar uns novos cavalos.
Pelo caminho da vinda lá meti conversa com o nosso membro mais recente.
Seu nome é Cloak e é um Monge. Como não é muito comunicativo, não
consegui muitas mais coisas relevantes sobre ele.
Voltamos então de novo às minas. Ao chegarmos à mesma casa,
deparamo-nos com um Ogre à porta. Uriel tratou dele facilmente, à
distância, com os seus poderosos feitiços. Mas entretanto começaram a sair
mais criaturas de dentro da casa, mais propriamente de dentro do poço
dessa casa. Uriel nem dava tempo para eles chegarem a atacar-nos. Os
feitiços eliminavam-os facilmente. Eu só os via a aparecer e a cair no
chão, mortos...
Conseguimos aproximarmo-nos do poço e puxar o cesto para fora, sem que eu
lutasse contra ninguém! Começava a ser ridículo. Eu, um Fighter puro,
vendo um Wizard a tratar do inimigo por completo. Chegamos
ao poço. De dentro só saiam setas disparadas para o tecto. Takin teve uma
ideia brilhante:
pegou numa grande pedra e mandou-a lá para baixo. Em seguida Uriel mandou
uma Fireball. Pareciam já dominados, mas era arriscado descer lá baixo
pelo poço.
Já que eles não conseguiam subir porque retiramos o cesto, fomos então explorar o resto que
estava acima do solo. Além dessa casa só quatro grandes chaminés saiam
do solo. Não davam nem para entrar, nem para sair. Não pareciam ter
também nenhuma passagem secreta. Tínhamos então a certeza que a entrada
e a saída era feita apenas pelo poço.
Voltamos então lá. O Uriel fez um feitiço apontado para o fundo do poço,
para que todos ficassem dormir e rapidamente descemos pelo poço. Estavam muitos
Ogres deitados no chão, mas nenhum a dormir. Todos já mortos pela
Fireball e pelas pedras.
À nossa frente tínhamos degraus a toda à volta. Parecia uma praça de
touros. Num dos quatros corredores que davam a essa praça começamos a
ouvir barulho. Escondemo-nos todos. Eu o Takin e o Cloak fomos para o
degrau superior ao túnel. Apareceu-nos de costas um Ranger e o Ogre.
Apanhámo-los desprevenidos e matámo-los. Mas havia mais um Wizard junto.
Mandou-nos uma nuvem de fumo e uma Web na qual ficamos presos. Mas pouco
nos atacaram. Depois de nos libertarmos dois Ogres apareceram e o Uriel
matou logo um. Ia matando o outro mas eu disse "É meu!!!".
Matei-o a algum custo mas o Uriel amuou e deixou-me e foi combater o
Wizard. Entretanto o Ranger apareceu de novo após ter sido morto. Algo de anormal
se passava.
Depois de eu matar o Ogre olhei para o Cloak e vi-o a morrer com alguma
coisa estranha que vinha em direcção a mim! Não pude fugir e essa coisa
estranha também me atingiu.
Quando voltei a mim, estava deitado no chão com toda a gente a olhar para
mim, e o Wizard a afastar um anel do meu corpo. Uriel gritou "Estás
vivo de novo!!". Hum... Pelos vistos eu tinha morrido e o Wizard, o
inimigo vencido, não teve outra opção de me dar nova a vida, tal como
a Cloak. Depois de ter passado pela morte, fiquei a saber que a minha vida
tem que ter algum sentido. Acho que passo a acreditar numa mente superior.
Num Deus. Meu Deus será Heironedus. Concordámos
em deixar o Wizard ir embora, mas não havia ninguém para nos fazer subir
no poço. Uriel fez um Levitate a ele próprio e subiu o pessoal pessoal
um a um. Takin era o antepenúltimo, o Wizard o penúltimo e eu o último.
Estava eu a olhar para a cesta a subir com Takin lá dentro quando o
Warrior desatou a fugir pelo corredor da gruta. Não tive reacção para o apanhar, e não tive outro
remédio senão pedir para me puxarem rapidamente para a superfície.
Uriel ficou a pensar naquele anel poderosíssimo. Deixamos o Wizard fugir,
mas segundo Uriel, não poderia fugir durante muito tempo...
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