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Chegou então a hora de irmos às minas aniquilar a tal ordem. Fomos a
cavalo com todo o batalhão, e acampamos a meio caminho. Nessa noite o
nosso comandante mostrou-nos a sua estratégia: todo o batalhão iria
combater nas minas, mas eu e Takin iríamos à frente tentar salvar um
oficial nosso que está lá preso. Iríamos então à frente, para que
eles não matassem o oficial mal vissem tanta gente junta para combater.
Lá fomos nós então, a cavalo. No caminho encontramos Crave, expulso da
cidade, mais o tal ladrão. Eles andavam-nos a seguir, e quando nos
separamos do grupo eles viram a oportunidade certa para se nos juntarem.
Seguimos então caminho para as minas. Quando lá
chegamos, mais uma surpresa agradável: Uriel e Cloak estavam já à porta
à nossa espera. O nosso grupo estava completo!
Descemos o poço, a única entrada e saída daquele sítio. O silêncio
era completo. Quando chegamos todos ao anfiteatro tivemos que tomar a
nossa primeira decisão: qual a saída a escolher? Escolhemos então uma
porta. Estava trancada, e logo o nosso ladrão tratou do assunto. Depois
Takin encarregou-se de a abrir, mas, estava presa. O nosso ladrão (tenho
mesmo que perguntar o seu nome!) deu-nos a certeza que a fechadura já
estava aberta. A porta só poderia estar encravada. Takin tomou balanço e mandou-se
contra a porta, mas ela nem cedeu. Será que estaria sob o efeito de
alguma magia?... Talvez pelo barulho causado, ou
talvez não, do outro lado do anfiteatro apareceram-nos 4 Minotauros e um
deles trazia como animal de estimação um cão(?) gigante! A luta foi
dura, mas conseguimos acabar com eles. Como a porta não
mexia um milímetro, seguimos para um corredor. Vimos passar a correr um
anão e pusemo-nos logo em perseguição. Mal ele deu por nós aumentou a
velocidade e, cruzamento à esquerda, cruzamento à direita, ficamos logo
desorientados naquele labirinto de corredores. Mas não perdemos o anão
de vista, e fomos todos dar com uma cozinha onde ele e mais alguns nos
esperavam, atónitos. Mal nos viram desataram a correr em todas as
direcções. Só um lá ficou. Encostámo-lo à parede e começamos um inquérito,
mas em nada resultou. Desistindo do anão, fomos
tentar a nossa sorte no labirinto de corredores. Voltamos pelo mesmo
corredor e passado um pouco ficamos de novo orientados. Em vez de
voltarmos ao anfiteatro seguimos naqueles corredores. No corredor
só cabiam duas pessoas lado a lado, e optamos por ir eu e Takin à
frente. Mas logo nesse corredor, eu e Takin deixamos de sentir o chão, e
demos um grande trambolhão num buraco escondido. Magoamo-nos um pouco,
mas conseguimos subir de novo para a superfície. Saltamos todos o buraco,
e seguimos em frente. Já depois de outro cruzamento, mais outro buraco
bem escondido. Eu e Takin por pouco já íamos cair de novo mas lá nos conseguimos
equilibrar. Mais
uns cruzamentos passados, apareceram-nos dois buracos seguidos. Não
estavam escondidos, mas seria preciso passá-los para seguir caminho. Eu e
Takin fomos os primeiros e logo saltamos o primeiro. Mas do outro lado do
buraco o chão estava armadilhado e saíram uns espetos da parede. Fomos
atingidos. Eu saltei para trás, e Takin optou por saltar o segundo
buraco. A mesma armadilha estava montada e Takin foi de novo atingido. Ele
voltou então para trás sujeitando-se de novo às armadilhas. Quando
nos juntamos todos de novo do lado de cá dos buracos, surgiu-nos um
monstro no corredor que nos encurralou contra os buracos. Começamos a
combatê-lo, mas logo apareceram mais 3, a atingirem-nos de longe com
setas. Conseguimos aniquilar todos, mas todos ficamos bastantes feridos, e
quem foi atingido por setas logo descobriu que elas estavam envenenadas.
Era preciso descansar e recuperar forças, eles já deveriam de saber que
existiam intrusos.
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