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<<<   08   >>>

   Chegou então a hora de irmos às minas aniquilar a tal ordem. Fomos a cavalo com todo o batalhão, e acampamos a meio caminho. Nessa noite o nosso comandante mostrou-nos a sua estratégia: todo o batalhão iria combater nas minas, mas eu e Takin iríamos à frente tentar salvar um oficial nosso que está lá preso. Iríamos então à frente, para que eles não matassem o oficial mal vissem tanta gente junta para combater.
   Lá fomos nós então, a cavalo. No caminho encontramos Crave, expulso da cidade, mais o tal ladrão. Eles andavam-nos a seguir, e quando nos separamos do grupo eles viram a oportunidade certa para se nos juntarem. Seguimos então caminho para as minas.
   Quando lá chegamos, mais uma surpresa agradável: Uriel e Cloak estavam já à porta à nossa espera. O nosso grupo estava completo! 
   Descemos o poço, a única entrada e saída daquele sítio. O silêncio era completo. Quando chegamos todos ao anfiteatro tivemos que tomar a nossa primeira decisão: qual a saída a escolher? Escolhemos então uma porta. Estava trancada, e logo o nosso ladrão tratou do assunto. Depois Takin encarregou-se de a abrir, mas, estava presa. O nosso ladrão (tenho mesmo que perguntar o seu nome!) deu-nos a certeza que a fechadura já estava aberta. A porta só poderia estar encravada. Takin tomou balanço e mandou-se contra a porta, mas ela nem cedeu. Será que estaria sob o efeito de alguma magia?... 
   Talvez pelo barulho causado, ou talvez não, do outro lado do anfiteatro apareceram-nos 4 Minotauros e um deles trazia como animal de estimação um cão(?) gigante! A luta foi dura, mas conseguimos acabar com eles.
   Como a porta não mexia um milímetro, seguimos para um corredor. Vimos passar a correr um anão e pusemo-nos logo em perseguição. Mal ele deu por nós aumentou a velocidade e, cruzamento à esquerda, cruzamento à direita, ficamos logo desorientados naquele labirinto de corredores. Mas não perdemos o anão de vista, e fomos todos dar com uma cozinha onde ele e mais alguns nos esperavam, atónitos. Mal nos viram desataram a correr em todas as direcções. Só um lá ficou. Encostámo-lo à parede e começamos um inquérito, mas em nada resultou.
   Desistindo do anão, fomos tentar a nossa sorte no labirinto de corredores. Voltamos pelo mesmo corredor e passado um pouco ficamos de novo orientados. Em vez de voltarmos ao anfiteatro seguimos naqueles corredores. No corredor só cabiam duas pessoas lado a lado, e optamos por ir eu e Takin à frente. Mas logo nesse corredor, eu e Takin deixamos de sentir o chão, e demos um grande trambolhão num buraco escondido. Magoamo-nos um pouco, mas conseguimos subir de novo para a superfície. Saltamos todos o buraco, e seguimos em frente. Já depois de outro cruzamento, mais outro buraco bem escondido. Eu e Takin por pouco já íamos cair de novo mas lá nos conseguimos equilibrar.
   Mais uns cruzamentos passados, apareceram-nos dois buracos seguidos. Não estavam escondidos, mas seria preciso passá-los para seguir caminho. Eu e Takin fomos os primeiros e logo saltamos o primeiro. Mas do outro lado do buraco o chão estava armadilhado e saíram uns espetos da parede. Fomos atingidos. Eu saltei para trás, e Takin optou por saltar o segundo buraco. A mesma armadilha estava montada e Takin foi de novo atingido. Ele voltou então para trás sujeitando-se de novo às armadilhas.
   Quando nos juntamos todos de novo do lado de cá dos buracos, surgiu-nos um monstro no corredor que nos encurralou contra os buracos. Começamos a combatê-lo, mas logo apareceram mais 3, a atingirem-nos de longe com setas. Conseguimos aniquilar todos, mas todos ficamos bastantes feridos, e quem foi atingido por setas logo descobriu que elas estavam envenenadas. Era preciso descansar e recuperar forças, eles já deveriam de saber que existiam intrusos.