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   Levamos então Cloack de lá para fora. Mas onde o poderíamos ajudar? O primeiro edifício que encontrámos tornou-se logo na resposta. A universidade. Pedimos então auxílio, e depois de sermos enviados de departamento para departamento, de investigador para investigador, lá houve um que nos conseguiu ajudar. Tivemos que lá deixar Cloack durante um dia, e pagar 50 moedas de ouro, que depois iriam ser pagas do bolso de Cloack, como era óbvio.
   Durante esse dia de espera, cada um foi fazer o que quis. Eu pela minha parte não tinha mesmo nada para fazer. Esta cidade era uma autêntica seca, sem nada para fazer. Então o Asch deu a ideia de irmos ver as estalagens da cidade a ver se encontrávamos algo interessante. Assim foi, e numa estalagem encontrámos um ambiente agradável e companhias agradáveis, as quais levamos para os quartos e consumamos o acto. Mas afinal a companhia era mais fraca do que dava a parecer pois no dia seguinte, depois irmos buscar o Cloack, tivemos que ir ao médico da universidade pois apanhamos uma doença qualquer com as meninas da outra estalagem. Fomos tratados pelo médico com algo mau grado porque cheirávamos mal (onde já se viu!) e obrigou-nos antes a tomar banho. Depois ao pagar, Asch fugiu para não pagar, mas foi preso. Eu safei-o e dei-lhe um sermão. Não podia ter que andar a safá-lo de tudo...
   Depois eu e o Cloack fomos para a estalagem onde dormimos pela primeira vez para descansar, enquanto o Takin foi em busca de alguém que nos pudesse ajudar a chegar ao Mnemnosyne e o Asch foi almoçar com um tipo qualquer. Fomos acordados pelo Takin e o Asch, para irmos todos ter com o tal tipo com que o Asch almoçou.
   Chegamos ao restaurante. Pedimos vinho da casa, que era excelente, e eu até guardei uma garrafa e meia dele. Parecia dar forças! Ao fim de algum tempo lá apareceu o tipo que Asch tinha encontrado. Era o nosso feiticeiro já conhecido. Aquele que ficou com metade do nosso prémio no concurso que consistia em descobrir o que se passava numa certa ilha, e que nós descobrimos que era um dragão. Aquele também que nos emboscou com Orcs e outros que tais. Mal o vimos desferimos um ataque, mas ele respondeu com uma Fireball dirigida a mim, paralisou o Takin e prendeu os outros numa teia. Logo de seguida desapareceu. Mas ficamos a saber que ele estava na ilha e então nós poderíamos vingar-nos.
   Na noite seguinte dormimos no meio do monte e planeamos a emboscada. Disfarçámo-nos e ficamos a vigiar o seu navio. Mas ele não passava por lá e conseguimos obter informações de que ele poderia já estar a falar com Mnemnosyne. Na estalagem das meninas informaram-nos que ele (o tipo dos robes) aparecia lá todos os dias, mas que a noite passada tinha sido a primeira sem que ele lá tivesse aparecido.
   Dormimos mais uma noite (desta vez foi Takin que foi às meninas) e no dia seguinte lá fomos a Mnemnosyne. Entramos pela entrada normal e seguimos logo para o segundo andar, onde deveria de estar o Elemental. Mas ele já não estava lá. Encontrava-se apenas a parede falsa. Atravessámo-la e encontramos uma porta que dava para umas escadas a subir. Iniciamos então a exploração do terceiro andar.