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História de Hever

A meio da 1ª era do arquipélago Euquar surgem as primeiras populações na ilha de Hever.
Estes humanos tendem a agrupar-se em pequenas localidades, onde devido ao seu curto período de vida prosperam tanto em termos demográficos como em tecnologia. As pequenas aldeias de outrora depressa se tornam cidades imponentes, lideradas por humanos elegidos num sistema monárquico.
No início da 6ª era de Euquar, registam-se as primeiras batalhas, que devido aos resultados devastadores ficam conhecidas por batalhas sangrentas. Nestas batalhas 2/3 da população humana de Hever é dizimada tanto pela guerra como pela fome. Estas batalhas opunham dois grande impérios, de norte liderados por Sir Alkamar e os do sul liderados por Sir Gilzamar. Estes dois soberanos descendem da mesma casa mas a cobiça pelos terrenos e mais súbditos fá-los esquecer os seus laços familiares. O fim das batalhas coincide com o aparecimento na ilha de novas raças que trazem consigo mais conhecimento. Na altura correram rumores que tudo tinha sido preparado por um ser de raça estranha que trazia consigo os poderes dos seus deuses, usando gestos para derrotar exércitos e num estalar de dedos as pessoas ciam sob seu encanto. Este tratado foi assinado em terreno neutro no centro da floresta de Rastuk.
Relatos de criados de cada um dos soberanos envolvidos contam que meses depois dos tratados assinados os seus amos não reconheciam como tiveram coragem de fazer tal coisa. Mas resignados em honra à sua própria assinatura reconhecem a paz no território de Hever.
Grupos de raças insólitas começam a surgir no território trazendo consigo notícias de uma terra distante onde a morte é uma constante. Estes pequenos grupos fixam-se em zonas muito especificas no território de Hever de acordo com as suas próprias características.
Estas raças trazem consigo o oculto poder dos deuses até então desconhecidos e um estranho poder que rapidamente se torna popular: a magia.
Quarenta anos passaram desde o início da paz quando o Rei supremo Sir Alkamar perece devido a uma doença incurável. O seu sucessor é o filho que por direito recebe o título de seu pai e fica conhecido como Sir Thalimar. Com esta sucessão o rei Gilzamar vê uma hipótese de retomar os planos antes do tratado de paz ser assinado, já que não viola o seu tratado de honra do Sir Alkamar, uma vez que este já morreu.
A máquina da guerra volta a ser posta em movimento. Mas desta vez o patriarca dos territórios do sul busca ajuda a uma personagem misteriosa nunca antes vista no território de Hever. Esta criatura tem a seu cargo o comando dos exércitos de Orcs e Ogres que começam a assolar a região trazidos por rotas marítimas de um continente distante.

 
Acontecimentos Recentes

Tendo Sir Gilzamar aliado-se a um poderoso feiticeiro que aproveitando a onda de violência que se começou a gerar nos territórios do sul, consegue cair nas boas graças do rei e convencendo-o a aceitar o desembarque das primeiras ordes de orcos. Estes grupos têm como primeira prioridade semear o terror pelas cidades fronteiriças dos territórios do norte. O modo de agir destas ordes é pilhar e destruir as fontes de abastecimento das cidades fazendo acordos com bandos de bandidos da região, para mais tarde num ataque combinado de forças apoderarem-se das cidade. Estas cidades são mais tarde usadas como fonte de matérias primas e abastecimento para um exército comandado por Rastaan.


Agradecimento

                                 
Mundo de Hever cedida por Daniel Mota (DM) [http://dnd3ed.topcities.com]